Quem SOmos

Projeto Laço Branco

Níveis de Intervenção

Procuramos apoiar

Sensibilização

Tem-se verificado o aumento e consolidação de mecanismos de apoio às vítimas de violência

Prevenção

A prevenção pressupõe uma intervenção anterior ao problema, de forma a evitar o surgimento do mesmo.

Deteção

Baseada na colaboração e na solidariedade social é fundamental para detetar situações de violência.

Intervenção

É da responsabilidade de todos, sociedade em geral, famílias, entidades, coletividades e cooperativas.

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Casos

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Apoio

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Campanhas

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Intervenções

Quem Somos

O projeto “Laço Branco” foi desenhado pela Fundação António Joaquim Gomes da Cunha, uma IPSS que dirige a sua ação à população portadora de deficiência, sendo promotora de um Centro de Atividades Ocupacionais (CAO), de um Serviço de Atendimento/Acompanhamento Social (SAAS) e de um Lar Residencial para Pessoas com Deficiência.

O projeto visa prevenir a ocorrência de situações de violência doméstica contra a população portadora de deficiência, desocultando o fenómeno e trazendo-o para discussão pública, numa perspetiva de apoiar e proteger aquela população, ampliando e consolidando a intervenção já desenvolvida pela Fundação.

Assim, o projeto sustenta-se na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual (ENIND), em concreto no Plano de Ação para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica (PAVMVD).

Dentro do PAVMVD o projeto “Laço Branco” circunscreve-se ao objetivo II: Apoiar e proteger: ampliar e consolidar a intervenção. O projeto pretende promover as 3 linhas transversais definidas pela ENIND, concretamente a territorialização, a promoção de parcerias e a intersecionalidade.

Assim, pretende promover a territorialização, através do envolvimento das entidades locais/regionais com especial relevo no âmbito da prevenção da Violência Doméstica (e em particular da VD contra pessoas portadoras de deficiência), em diferentes ações do projeto.

Para além disso são envolvidas, diretamente no projeto, 5 IPSS`s: 3 de Cabeceiras de Basto e 2 de Celorico de Basto. Para além de fomentar a territorialização, a promoção de parcerias promove a corresponsabilização, a partilha de conhecimentos (ex: Ação “Rede de Partilha”/ Plataforma de Debate) e parcerias estratégicas (ex: escolha de IPSS`s com elevado potencial disseminador junto de outras ONG`s), sendo que tudo se refletirá numa mais sólida sustentabilidade do projeto, na medida em que garante uma mais profícua disseminação, noutros contextos e noutras entidades (ex: outras entidades que trabalhem com pessoas portadoras de deficiência).

O projeto Laço Branco conta com a parceria de IPSS`s do concelho de Cabeceiras de Basto (Associação Dinamizadora dos Interesses de Basto -ADIB; Mútua de Basto e Basto Empreende) e de IPSS`s do concelho de Celorico de Basto (Associação de Solidariedade Social de Basto e Gabinete Girassol/Câmara Municipal de Celorico de Basto), o que lhe conferirá uma maior sustentabilidade, pelo poder disseminador que as parcerias conferem à iniciativa.

O projeto pretende, igualmente, promover a intersecionalidade, considerando que a Violência Doméstica contra pessoas portadoras de deficiência resulta não apenas de um fator, mas sim de uma multiplicidade de fatores, pelo que ao ser abordada esses fatores devem ser considerados.

A perspetiva interseccional alerta relativamente aos riscos das análises simplistas perante o caráter complexo do fenómeno da violência contra pessoas portadoras de deficiência. A intersecionalidade implica admitir um processo multicausal, que faz com que se combinem várias categorias para produzir fenómenos como a violência contra pessoas portadoras de deficiência, sendo necessário identificar as fontes estruturais deste fenómeno que geram resistência perante situações tão graves e acutilantes.

A Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual (ENIND) lançou um novo ciclo programático em 2018, alinhada temporal e substantivamente com a Agenda 2030 e apoiada em três Planos de Ação que definem objetivos estratégicos, nomeadamente no combate a todas as formas de violência contra as mulheres, violência de género e violência doméstica (VMVD), foco central do presente projeto. A elaboração do presente projeto teve como baluarte aquela estratégia, centrando-se no PAVMVD.

O presente projeto sustenta-se na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual (ENIND), em concreto no Plano de Ação para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica (PAVMVD). Dentro do PAVMVD o projeto “Laço Branco” circunscreve-se ao objetivo II: Apoiar e proteger: ampliar e consolidar a intervenção.

O projeto pretende promover as 3 linhas transversais definidas pela ENIND, concretamente a territorialização, a promoção de parcerias e a intersecionalidade (Aviso POISE 36-200-07: página 4/24).

Assim, pretende promover a territorialização (Aviso POISE 36-200-07: página 4/24), através do envolvimento das entidades locais/regionais com especial relevo no âmbito da prevenção da Violência Doméstica (e em particular da VD contra pessoas portadoras de deficiência), em diferentes ações do projeto.

Para além disso são envolvidas, diretamente no projeto, 5 IPSS`s: 3 de Cabeceiras de Basto e 2 de Celorico de Basto. Para além de fomentar a territorialização, a promoção de parcerias promove a corresponsabilização, a partilha de conhecimentos (ex: Ação “Rede de Partilha”/ Plataforma de Debate) e parcerias estratégicas (ex: escolha de IPSS`s com elevado potencial disseminador junto de outras ONG`s), sendo que tudo se refletirá numa mais sólida sustentabilidade do projeto, na medida em que garante uma mais profícua disseminação, noutros contextos e noutras entidades (ex: outras entidades que trabalhem com pessoas portadoras de deficiência).

O projeto Laço Branco conta com a parceria de IPSS`s dos concelhos de Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, o que lhe conferirá uma maior sustentabilidade, pelo poder disseminador que as parcerias conferem à iniciativa.

O projeto pretende, igualmente, promover a intersecionalidade, considerando que a Violência Doméstica contra pessoas portadoras de deficiência resulta não apenas de um fator, mas sim de uma multiplicidade de fatores, pelo que ao ser abordada esses fatores devem ser considerados.

A perspetiva interseccional alerta relativamente aos riscos das análises simplistas perante o caráter complexo do fenómeno da violência contra pessoas portadoras de deficiência. A intersecionalidade implica admitir um processo multicausal, que faz com que se combinem várias categorias para produzir fenómenos como a violência contra pessoas portadoras de deficiência, sendo necessário identificar as fontes estruturais deste fenómeno que geram resistência perante situações tão graves e acutilantes.

O projeto pretende promover a territorialização, através do envolvimento das entidades locais/regionais com especial relevo no âmbito da prevenção da Violência Doméstica, em diferentes ações do projeto.

Para além disso serão envolvidas as demais IPSS`s do concelho, bem como outras Organizações que operem, direta ou indiretamente, com a problemática da violência doméstica. Para além de fomentar a territorialização, a promoção de parcerias promove a corresponsabilização, a partilha de conhecimentos e parcerias estratégicas, sendo que tudo se refletirá numa mais sólida sustentabilidade da sua ação, na medida em que garante uma mais profícua disseminação, noutros contextos e noutras entidades.

Próximas Ações do Projeto

Desenvolvemos diversas ações